Os jogos do Bahia serão sediados no estádio do Vitória. Se confirmada a negociação o Tricolor vai passar a ser inquilino do vitória pelo menos até se decidir o que vai acontecer com a fonte nova, como é de se esperar este assunto virou uma novela que está sendo protagonizada pelos clubes baianos incrementando ainda mais o cenário futebolísticos nacional.
Muitas especulações são feitas acerca deste assunto, que já é o mais falado do semestre, a grande confusão se dá por intermédio dos torcedores dos dois clubes. Em quanto que uma parte dos torcedores do tricolor é a favor, pois conta com a possibilidade de ver seu time jogar novamente na capital a outra é contra devido a rivalidade existente entre os dois clubes. Já com os torcedores do Vitória não é diferente, divididos defendem o que eles chamar de boa rivalidade, ou seja, que os clubes permaneçam em seus galhos, respeitado seus torcedores. Nessa última tarde a novela ganhou mais um capítulo para esquentar ainda mais as especulações. Segundo os noticiários o Leão já liberou o Barradão para o Bahia, o que falta agora é o Bahia iniciar as negociações para o acerto do contrato do aluguel.
Contudo para que isto aconteça será necessário que os dirigentes dos dois clubes cresçam ou melhor pensem no bem estar dos mesmos e agilizem as negociações, tanto para o sim quanto para o não. Quanto a nós resta esperarmos o último capitulo dessa novela futebolística.
Acorda, passa o dia inteiro rezando para chegar o momento mais importante do dia, almoça com notícias sobre o evento, trabalha na ânsia de assisti-lo, pois o esperou a semana inteira. Chega a hora, começa a soar frio, rezar pedindo reforço para santos que nem se quer imaginava existir, que hora será essa?
É hora do jogo, mas não é qualquer jogo é o jogo do time que você torce talvez o significado seja apenas simbólico, não valha nada, em termo de classificação, mas esse momento é pura emoção e dura do minuto inicial ao apito final. Torcer realmente é sofrer sendo feliz por estar pertencendo a algo maior, a paixão pelo seu clube de “coração”.
E você para que time você torce afinal? Eu torço para... Na verdade nesse caso não vem ao caso. O interessante é tentar entender o que motiva a paixão do torcedor e como eles fazem para alimentá-la. Torcer vai além de dizer eu TORÇO..., TORCER é mostrar a paixão pelo seu time do “coração” e como fazer isso?
Para muitos é acompanhar toda rotina do clube, é se associar às torcidas organizadas, é xingar o erro do atacante do seu time e, acima de tudo, provocar o adversário. Como muitos já perceberam o torcer é mágico, assim como jogar futebol é muito mais que correr atrás de uma bola com muitos malucos assistindo e gritando todo o tempo. parte da rotina da família, é não assistir ao noticiário esportivo no dia seguinte a uma derrota de seu time ou, ao contrário, ver tudo que fale de futebol quando seu time ganha, é passar a noite em claro comemorando um título. Enfim saber o que é torcer só torcendo, aproveite e comece a torcer, faz bem ao coração.
Torcer é não controlar a emoção e chorar, fazer dos jogos Mas acredite se quiser o brasileiro, por mais apaixonado que pareça gosta mais de sexo que os europeus, isso consta no recente estudo feito pelo instituto britânico Sirc (Social Issues Research Centre). Para os 60% dos europeus é mais prazeroso ir a um estádio de futebol que fazer sexo, mais os brasileiros não fiquem tão felizes, pois apesar de gostar de sexo não o fazem com qualidade, isso sim é muito preocupante.
Algumas torcidas, contrariando a ordem natural das coisas, acaba se tornando um problema às equipes, pois se acham donas dos clubes e com o direito de interferir no comando do time da pior forma possível, ameaçam jogadores, apedrejam ônibus das equipes e os mais violentos agridem os jogadores quando deveriam interferir de maneira produtiva para o crescimento dos times. Esses podem ser classificados como vândalos disfarçados de torcedores, os quais ofuscam o brilho da torcida e, consequentemente, do futebol. Mas é bom lembrar isso acontece, infelizmente, em todo mundo e que muitas vezes é estimulado pela falta de punição dos mesmos.
Mais para felicidade de alguns o resultado da pesquisa do Datafolha realizada em novembro de 2007 e publicada em janeiro de 2008 mostra quais são os clubes brasileiros com mais torcedores, veja quem são.
O Campeonato Brasileiro ou Brasileirão é a maior disputa futebolística realizada em território nacional, além de ser a mais emocionante, é claro. O Brasileirão começou a ser disputado em 1971 e foi idealizado pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD), atual Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Antes do Brasileirão existiam outras competições de grande importância no país: a Taça Brasil (1959) e a Taça Roberto Gomes (1967).
Além de confirmar o time brasileiro com melhor desempenho, o Brasileirão é a disputa classificatória para competições Sul-Americanas, como a Libertadores. Os três primeiros colocados do Brasileirão têm passagem garantida para a disputa continental e o quarto precisará disputar com um time escolhido pela Conmebol ( Confederação Sul- Americana de Futebol), e ganhar, caso queira participar da competição. Em seus 37 anos o Brasileirão nunca foi uma competição muito regular, mudava-se constantemente as regras e a quantidade de times na disputa, porém com a aprovação, no congresso, nacional do “código do torcedor”, que exige que as regras de uma competição devem ser mantidas por pelo menos três anos, a CBF reorganizou o calendário do futebol nacional, reduzindo o tempo disponível para as competições estaduais. Desde 2003 o Campeonato Brasileiro não é mais uma disputa por turnos eliminatórios, onde há um 1ª turno, finais e semi-finais. Foi adotado à competição o sistema de pontos corridos, onde 20 clubes disputam em dois turnos jogando apenas uma vez entre si em cada turno e o que difere os turnos é o mando de campo. Há quem seja contra esse formato, alegando que não tem emoção sem final, mas há quem diga que os times podem se organizar melhor, pois sabem quanto tempo estarão no campeonato
O Brasileirão promove, sem dúvida, um grande espetáculo futebolístico. Mas esta competição se resume a série A? Não, mas parece, pois não se ouve falar muito da série C, no máximo ouvimos falar da série B. O campeonato está dividido em três níveis, mas os jogos da 1ª divisão são os mais comentados e em alguns momentos parecem ser os únicos. As outras divisões são rapidamente lembradas em momentos específicos, como o rebaixamento ou a ascensão de um time, principalmente quando este é um grande time como o Corinthians, por exemplo, rebaixado no último Campeonato para a 2ª divisão.
A 38ª edição do Brasileirão já começou. A 1ª rodada de jogos da série A ocorreu nos dias 10 e 11/05/08 e o campeão do último Brasileirão não foi muito bem, o São Paulo, jogando com seu time misto, perdeu para o Grêmio. Logo em seguida começou a série B, com jogos nos dias 13,16 e 17/05/08, onde os times lutam para voltarem à elite do futebol, pois os 4 melhores times ascendem à 1ª divisão. E finalmente no 2ª semestre começa a série C do Campeonato Brasileiro.
Esses programas são denominados de mesa-redonda, termo genérico dos debates ocorridos, mas sem ligação com futebol. A primeira mesa-redonda futebolística foi inventada por Walter Clark e foi ao ar na TV Rio em 1963. De lá pra cá o público tomou gosto pela coisa, o que se ganha com isso são programas com mais interatividade, com diversidades de opiniões e com a participação direta do público/torcedor, por intermédio da internet.
Uma das principais características desse formato de programas é a participação de um time qualificado para a discussão futebolística, em geral essa “mesa redonda” tem a presença de ex-jogadores, ex-arbitros, técnico e jogadores atuando no país, jornalistas especializados em futebol e, é claro, o mediador/apresentador da mesa.
Há quem critique a forma como esses programas são conduzidos, a falta de organização nas falas em que um atropela a fala do outro sem menor pudor, pois, de fato, o que prevalece na hora do bate papo é responder seus pontos de vista na medida em que o critica é feita. Na verdade o que acontece nesses programas é que eles são reproduções de bate papos entre amigos no fim de uma “pelada”, só que mais especializado, e que ultrapassa as linhas do campinho do “baba” e se abre para o mundo.
Um dos grandes problemas que geralmente surge nestes tipos programas é o monopólio que ocorre com as informações dos clubes. O que se questiona é porque 98% do tempo destes programas são diretamente relacionados aos grandes clubes do país, em especial, dos clubes do Rio de Janeiro e de São Paulo. Os responsáveis em respondê-la sustentam que é devido à audiência. Como se criar programas com respaldo nacional, sem sê-lo?
Com a falta de representação dos estados fora das regiões Sul e Sudeste é que esse formato de programas vem se multiplicação em todo país, é possível identificar pelo menos quatro programas deste tipo aqui na Bahia. Contudo a grande proeza desse formato é que a mediador/ apresentador é a principal atração dos mesmos, um bom exemplo é o descolado Milton Neves,atualmente ele conduz o programa Terceiro Tempo, na TV Bandeirantes, com maestria sempre apimentando a discussão. É importante ressaltar que poucos programas, a nível nacional, adotam o formato de mesa-redonda, como a exemplo do Globo Esporte, Esporte Espetacular (ambos da TV Globo) que adotam um formato que esta mais na linha jornalística séria.
Realmente para aqueles que são fanáticos pelo futebol, hoje em dia, é impossível pensar o futebol sem esse suporte que, muitas vezes, é considerado como um apoio moral, pelo pênalti não marcado, pelo gol irregular que foi decisivo para o jogo, enfim por tudo de polêmico que acontece num jogo de futebol, e também, pelo que não aconteceu. Essa ansiedade vai além do jogo placar, ela é melhor – para quem está no lado do vencedor – ou pior – para quem é vencido - todos querem ver a resenha futebolística, para ter embasamento quando for zombar dos adversários, no entanto todos devem estar de acordo que se seu time ganhar a mesa-redonda é imperdível, já para o outro lado do placar a lei é desligar a TV até a segunda ordem.